In Memoriam Credidio Rosa (4/9/1938 - 6/8/2014)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Champagnes e afins - Credvinho

Local: Grand Cru Moema
Tema: Champagnes e afins
Apresentação: Silvia Amorim

Mantendo nossa tradição realizamos nossa última reunião do ano de 2015 na Grand Cru Moema abordando o tema dos espumantes que marcam esta época do ano.
Tivemos a grande alegria de recebermos nossa querida Leila e com ela recordarmos algumas das muitas peculiaridades de nosso eterno mestre Credidio.


Nosso vinho de boca foi um Bottega Millesimato Brut 2014, 100% Glera, 11% GA, R$63,00 para um vinho de boca, assim como para uma piscina este espumante agradou muito.

Silvia iniciou sua explanação sobre todos os tipos de espumantes, muito proveitosa, rica e interessante. Contou com a participação de todos, inclusive sobre a explicação da denominação Prosecco , cuja cepa se chama agora Glera, e a região Prosecco se situa entre as vilas de Valdobbiadene e Conegliano.



Nossa degustação se iniciou com uma Cava Castellroig da região de Penedes, safrada 2011, 12%GA, produzida pelo método champenoise. Uma boa persistência, retrogosto agradável, perlage fina e consistente. R$188,00
Foi a terceira escolhida.

Em segundo lugar degustamos um Prosecco Giustino, de Ruggeri, safra 2014, 11,5% GA, R$188,00. Perlage frágil desaparecendo em poucos minutos, retrogosto também frágil.
Foi o quarto a ser escolhido.

Em terceiro lugar degustamos a Champagne Gosset Brut Excellence, 12% GA R$365,00.
Observamos madeira, vinho um pouco evoluído mas ainda com todas as caraterísticas de um verdadeiro Champagne.
Foi o escolhido da noite!!!!

Nosso quarto vinho foi um espumante Villa Crespia 2005, 13% GA com bom retrogosto e perlage fina e consistente
Foi o segundo a ser escolhido.

Nesta noite percebemos que o espumante italiano é preferido em relação aos demais e é preferido em relação ao Prosecco.

Nosso mavilhoso jantar foi com a difícil escolha entre uma posta de atum grelhado, um robalo grelhado, papardelle com ragu de ossobucco e entrecote ao molho de shitake.

Como acompanhamento tivemos um branco Chardonnay 2012 e um tinto Pinot Noir 2023 ambos Corralillo, Matetic, do vale de San Antonio, Chile.

Café

Nosso encontro foi alegre, descontraído e instrutivo. Teve de tudo um pouco.
Leila , muito obrigada por sua presença. Venha mais vezes trazer um pouco de nosso querido chef Credidio.
Um Feliz Natal a todos e um Novo Ano repleto de saúde, alegria e vinho.
Um beijo carinhoso em cada um de vocês,
Vera

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Espumantes Valduga

CLUVINHO - DEZEMBRO 2015

LOCAL - RESTAURANTE GENOVA

TEMA - ESPUMANTES VALDUGA


Como todos sabem, as nossas degustações são feitas às cegas, a única informação passada é que eram espumantes e não havia champagne. O desafio colocado é que cada amostra tinha um tempo de autólise diferente e que quanto mais tempo de autólise menor quantidade de açucar residual, pois as leveduras se alimentam justamente do açucar, e tentassem descobrir a que tinha menor e maior tempo de autólise. Houve uma menção honrosa ao Figão, que matou que os espumantes eram de um único produtor, porém errou na nacionalidade e o Evandro que matou que o espumante rosé da abertura era o Art Tradicional Brut Rosé da Valduga.

Abrimos com o já citado Art Tradicional Brut Rosé 2014, que passa por 12 meses de autólise em cave, residual 13,6 gr/l, 60% Chardonnay e 40% Pinot Noir, Vale dos Vinhedos, rosa salmão, florais, refrescante, GA - 12%, preço R$ 45,50.




RSV BRUT 25 MESES 2013 - Fica 25 meses em autólise na cave, residual 12,4 gr/l, 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir, Vale dos Vinhedos, amarelo lima, frutas, equilibrado, GA - 12%, preço R$ 67,20, foi o quarto na preferência.


GRAN EXTRA BRUT 60 MESES 2010 - Passa 60 meses de autólise em cave, residual 5 gr/l, 80% Chardonnay e 20% Pinot Noir, sendo que a Chardonnay passa 12 meses em carvalho (8% do volume total), Vale dos Vinhedos, amarelo palha, amêndoas, bom volume, GA - 12,5%, R$ 120,00, foi o primeiro na preferência.


MARIA VALDUGA BRUT VINTAGE 2011 - Passa 48 meses de autólise em cave, residual 8 gr/l, 80% Chardonnay e 20% Pinot Noir, sendo que a Chardonnay passa 12 meses em carvalho (10% do volume total), Vale dos Vinhedos, amarelo palha, fruta em calda, fermento, ótimo frescor, GA - 12,5%, R$ 190,80, foi o segundo na preferência.


ESPUMANTE BRUT 130 - Fica 36 meses em autólise na cave, residual 12,4 gr/l, Chardonnay e Pinot Noir, a Chardonnay passa 12 meses em carvalho (8% do volume total), Vale dos Vinhedos, amarelo palha, tostados, frutas secas, volume amplo, GA - 13%, preço R$ 91,00, foi o terceiro na preferência.


O jantar foi regado por Champagne MONTAUDON, importado pela WINE, preço R$ 140,00, iniciamos com o ótimo antipasto do Genova e como prato principal um fettucine ao gorgonzola e bife a milanesa.


BOAS FESTAS!

Cred não nos abandone.

Taba

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Cepas não típicas de alguns lugares

 CREDVINHO NOVEMBRO
 LOCAL: RESTAURANTE LA FRONTERA
 TEMA: CEPAS NÃO TÍPICAS DE ALGUNS LUGARES
 APRESENTAÇÂO: ANA LÚCIA PALMA

Este tema foi inspirado no caderno Paladar do jornal Estadão que analisou como se comportam algumas cepas longe de seus habitats naturais.
Ana nos falou um pouco sobre as cepas a serem degustadas e depois nos fez uma análise individual de cada vinho acompanhada do simpático sommelier do local, Diego.


Nosso vinho de boca foi Abad Dom Bueno da Bodega del Abad da região do Bierzo, Espanha, 100% da cepa Godello, GA 12,5%, importado pela Grand Cru, R75,00. Esta cepa produz vinhos leves, não passados em madeira, discreto frutado lembrando maçã verde. Fácil de beber.



1- vinho FP Baga da região de Bairrada, Portugal, 2012, GA 12%, IGP Beira Atlântico, composto de 98% Baga.Vinho leve, com boa acidez, sem muito aroma mas com final de salinidade e ervas. Importado ela Casa Flora, R$79,00. Foi o quarto a ser escolhido.

2- vinho Peique da Bodega Peique viñedos viejos, próxima da Galícia, Espanha. GA 14%, 100% uvas Mencia, passado 12 meses em barricas de carvalho francês, americano e russo. Boa estrutura, puxando a mentolado e pimenta. Muito equilibrado.Diego considera útil um envelhecimento de mais uns 3 anos para atingir seu ponto ideal de amadurecimento. Importado pela Decanter, R$155,00. Foi o vencedor da noite.

3-vinho Morandé Edition Limitada, 2011, 100% Carignan, vale de Loncomilla, Chile.Esta é uma cepa plantada originalmente na França, no Languedoc Rossillon e que se adaptou muito bem no Chile. Cepa amante do sol com amadurecimento tardio. GA 14%, R$200,00.
Boa acidez com retrogosto lembrando limão e boa estrutura de taninos. Foi o segundo escolhido.

4-vinho Pasión 4 da Bodega Joffré, Mendonça, Argentina, 2012. Muita mineralidade, boa acidez, lembrando a baunilha mas com final discretamente salgado. Esta cepa, genuinamente Piemontesa, é hoje a segunda variedade mais plantada na Argentina perdendo somente para a Malbec. Importada pela EVino, GA 13%, R$71,00. Foi o terceiro escolhido.


Nosso jantar foi Tagliatelle com tomates italianos, linguiça parrilleiro picante, mozarela de búfalaresca , manjericão e salsinha ou Bacalhau confeitado no azeite com batata doce e inglesa grelhada, cebola e azeitonas. Nosso vinho do jantar foi um uruguaio Don Prospero, 2013, Tannat Malbec da Bodega Pizzorno.Vinho de amplo uso gastronômico que acompanha bem massas e peixes.

Ana esmerou-se em nos apresentar estas cepas menos conhecidas que nos surpreenderam, sobretudo a cepa Mencia,desconhecida por muitos do grupo.

Até dezembro com Champagne!
Um abraço,
Vera


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